sábado, 13 de novembro de 2010

5º Aniversário de morte de “Nossa Mãe” do Carmelo São José


Dia 14 de novembro celebramos o 5º aniversário de morte da Madre Teresa Margarida do Coração de Maria, carinhosamente conhecida e amada por nós como “Nossa Mãe”.

“Nossa Mãe” viveu no Carmelo São José em Três Pontas e sua vida foi totalmente dedicada a Deus e aos irmãos. Ao recordamos a data de seu falecimento elevamos ao Senhor nossas orações na certeza de que Ela iluminada pela Luz intercede por nós.

Esta História conta um pouco da Vida de “Nossa Mãe” (Madre Teresa Margarida do Coração de Maria)

Maria Luisa, “Nossa Mãe”. Teresa, de Deus uma Margarida.

Dentre as margaridas mais bonitas, o Jardineiro escolheu uma muito pequena e serena cercando-a de cuidados jamais lhe negando afetuosos afagos. Regou-a como os rios regam o grande mar, com as águas cristalinas da alegria e da esperança. Adubou-a com a misericórdia, paciência e amor.

Também mexeu em suas raízes e arrancou-a para que fosse plantada em outras terras. Avivou e firmou-a com cuidado.

A margarida na nova terra foi crescendo ficando viçosa e bonita nunca se sentiu a mais bela, pelo contrário quanto mais o Jardineiro oferecia a Ela, mais se tornava singela.

Ela enfeitou por muito tempo o jardim, pois foi plantada no centro dos canteiros. Mas, às vezes se escondia entre as outras flores, ou o vento e a chuva a derrubava e assim ficava em meio a humildade da terra até novamente se firmar.

Muitas pessoas foram notando a predileção do Jardineiro para com ela. Às vezes as outras flores e até mesmo as pessoas perguntavam:

- Margarida como você é bonita! Mas ela logo respondia.

- É meu Jardineiro que faz tudo isso.

O Jardineiro saiu por uns dias e começou demorar a voltar. A Margarida sabia que um dia ele retornaria e esperava com paciência sua vinda. O tempo foi passando e umas flores foram murchando, mas a Margarida continuava sempre na sua vida. As vezes se escondia ou caía, se levantava mais forte ainda.

Um dia nesse jardim as flores e os que costumavam visitá-lo pela manhã notaram que a Margarida não estava de pé no canteiro. Olharam com atenção ao redor uma vez que ela poderia estar escondida. Olharam para o céu, a terra, mas não viram sinal de chuva ou de vento que a pudesse ter derrubado.

Chegaram mais perto e viram que ela não mais estava ali, fora arrancada da terra. Perto de seu canteiro foram deixados alguns rastros que se seguiam até o portão do jardim. Ficaram tristes, mas perceberam que no chão havia pequenas sementes, com certeza deixadas ou caídas da Margarida. Quem teria levado a Margarida perguntaram a si mesmos. A brisa passa levemente e canta: Foi o Jardineiro.